
São exatamente: 17:30. Estou dentro do ônibus indo para missa na Catedral. A missa começa às 18h.
Não saí, passei o dia em casa. Fiz a técnica da pergunta para o universo ontem antes de dormir. Perguntei o que eu deveria fazer no domingo. Eu estava em dúvida para onde ir. Tive uma intuição muito forte para preparar a palestra. Comecei ontem.
Já tem um tempo que estou pensando em voltar a palestrar, mas algo dentro de mim me impedia de ir adiante. Faltava ânimo. Mas, eu preciso voltar se eu quiser que o meu e-book na Amazon venda. O livro sozinho não vende.
O que me desanima é ter que divulgar, ir atrás de público. Se não fosse isso. Ainda tem outro agravante. As pessoas ainda tem muito preconceito com a numerologia. Não sabem separar religião de esoterismo.
Para fechar o pacote de dificuldades, o local também era um grande problema. Eu não sabia que na Biblioteca Nacional era de graça, na Biblioteca Demostrativa era de graça. Tive que pagar local para dar palestrar alguns anos atrás.
Então, com tantas dificuldades o entusiasmo vai lá para o pé. Fora as dificuldades pessoais que não são poucas.
O que me entusiasmou foi a chegada de um novo empreendimento para mulheres no estádio Mane Garrincha. Calma! Não vou palestrar no gramado do estádio não.
Mudando de assunto: hoje a tarde fui comprar pão, quando eu estava saindo do mercado dei de cara com o Anderson o DJ. Ele estava distraído não me viu, aproveitei e vazei!
A forma como ele me descartou, foi difícil superar, ele me deixou no vaco, mas passou! Quando isso acontece é porque tem outra na jogada. A última vez que ele me deixou lá no Park Way onde eu morava. Senti quando desci do carro que seria a última vez. Não olhei para trás segui em frente, triste.
Como diz a música da Marisa Monte "Passou o nosso tempo"
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