São exatamente: 17:30. Acabei de sair do banho. Estou exausta! Cheguei do passeio com Nic esgotada.
Faltou luz no ASSAI, bem na hora que eu estava finalizando a compra no caixa de auto atendimento.
Cheguei no prédio da minha mãe sem luz também e a sacola pesada. Tinha umas três pessoas do lado de fora da portaria e outro do lado de dentro preso, apressado para sair. Tive que trazer as compras aqui para casa, não deu para deixar na casa da minha mãe. Meu pai veio agorinha buscar.
Quando cheguei no meu prédio mais estresse. Não consegui subir. Liguei para minha vizinha a astróloga, quando ela desceu para abrir para mim, a luz chegou.
Aqui só abre por reconhecimento facial e depende de energia. É a segunda vez que fico do lado de fora. Estava cansada, suada, com sede, sacola pesada.
Eu ia sair novamente para pagar conta.que eu esqueci. Hoje eu iria para o Boulevard, mas meu pai se ofereceu para ir. Ele viu o quanto eu estou cansada.
Ontem quando fui na Casas Bahia, pagar uma prestação para minha mãe. Sentei-me.na cadeira e senti o balcão vibrar bem leve, quase não dá para sentir, é tão leve que eu tive dúvidas. Depois de alguns minutos senti novamente. Perguntei para o outro atendente, se ele também sentiu. Ele respondeu que é o metrô que passa um pouco distante dali. Perguntei se os clientes também sentem quando sentam ali. Ele respondeu que não, que eu fui a única que percebeu. E olha que ali senta muita gente!
Eu disse para o rapaz que eu tenho uma sensibilidade acima do normal. Ele ficou quieto. Peguei o troco dei tchau e fui embora. Fiz a besteira de contar isso para minha mãe ela não gostou. Ela, meu irmão e minha irmã são muito preconceituosos. Falam que a sociendade tem muito preconceito. Concordo, mas eles também têm.
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