São exatamente: 17:51. Acabei de lanchar. Cheguei do mercado já tem um tempinho. Estou deitada na minha cama, como eu já cuidei da juba ontem, estou livre esse restinho de tarde e a noite.
Já estou com o notebook ligado, vou trabalhar no meu livro de poesia o "POETA" estou melhorando algumas poesias. Escrevi esses poemas em 20010,. A grande maioria. Eu estava passando por um período muito difícil´na minha vida. Eu tinha sido expulsa da academia de forma bem humilhante, fui acusada de ter xingado a família do dono na internet. Eu nem conhecia a família dele. Isso me causou um sofrimento muito grande porque eu não fiz nada e era apaixonada por ele. Na época eu não estava falando com o mesmo, porque ele terminava com a ex e volta, me afastei, mas continuava na academia, foi um grande erro. Ela disse para ele que eu falei piadinha para ela, e o pateta acreditou. Em 2010 não tinha Smartfit, nem essa quantidade de academias que tem hoje, minha única opção era a dele que ficava dentro de um clube.
Já dizia Vinicius de Moraes ""O POETA SÓ É GRANDE SE SOFRER" tudo o que eu sentia por ele foi embora com as lágrimas.
Pena que algumas pessoas que receberam exemplar da primeira versão do livro não vão ler essa nova edição. Eu mandei um exemplar para o meu ex patrão o dono da padaria francesa. O Wilson encomendou alguns exemplares para presentear amigos. Ele gostou muito dos poemas. Foi ele quem fez a revisão, ele foi professor de engenharia da UNB. Deixou escapar alguns errinhos. Vou usar IA para revisá-lo novamente.
Fiz uma dedicatória para o ex patrão usando duplo sentido, espero que ele tenha entendido que na frase (leve-me para cama, leia-me, desfrute-me) eu estava me referindo ao livro. A ideia era brincar com as palavras e a imaginação dele. A secretária dele leu, fotografou sem ele ver e espalhou para o resto da padaria. Ninguém quis me contar os detalhes, mas posso imaginar a treta que deu. Eu já estava em outro emprego. Também não fui atrás para saber. Não tenho interesse na vida dos outros. Ainda mais de gente que já me perseguiu. Por isso quando a vi em um restaurante em Trancoso, fingi que nem conhecia.
Não era por esse livro que eu iria começar a trabalhar, era o Brasil Crescendo, meu primeiro livro, publicado em 2009, fui parar até em uma Bienal. O dono da editora disse que meu livro é muito interessante. Mas o arquivo dele está no notebook velho que estragou, vou ver se consigo encontra-lo em um e-mail novo que eu fiz tem pouco tempo.
Comecei a trabalhar nesse livro de poesia na quinta feira, espero terminar nesse final de semana, ainda estou pensando se vou ou não para o Parque da Cidade amanhã, é mais provável que eu vá.
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